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		<title>Rio do Engenho ganha moderno Restaurante</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 18:33:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lugar paradisíaco com as corredeiras do rio Santana, local onde se encontra a terceira mais antiga igreja do Brasil, onde Mém de Sá teve o maior engenho de cana de açúcar do Brasil Colonial, riquíssimo em biodiversidade com a mata atlântica preservada e os estuários de formação de manguezais, local de paz, tranqüilidade e harmonia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=riodoengenho.wordpress.com&amp;blog=4381877&amp;post=17&amp;subd=riodoengenho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(0,0,0);"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Lugar paradisíaco com as corredeiras do rio Santana, local onde se encontra a terceira mais antiga igreja do Brasil, onde Mém de Sá teve o maior engenho de cana de açúcar do Brasil Colonial, riquíssimo em biodiversidade com a mata atlântica preservada e os estuários de formação de manguezais, local de paz, tranqüilidade e harmonia com a natureza.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(0,0,0);"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"><br />
Assim a tradicional família ilheense, Maron, possuidora de uma linda fazenda (Contendas) a margem do Rio Santana e em frente à igreja de Nossa Senhora de Santana, no intuito de oferecer acomodações descentes aos turistas e mesmo aos filhos da terra com qualidade em lazer e serviços está inaugurando neste sábado 20 de fevereiro o Bar e Restaurante “Netos da Gabriela”, sob a administração de Monia Calhau e Maron.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(0,0,0);"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"><br />
Para chegar ao povoado de Rio do Engenho pode-se ir de barco ou chalana saindo do Pontal ou Sapetinga, ou ir de veículo pelo Banco da Vitória ou passando pelos povoados de Santo Antonio e Couto via bairro da Barreira na zona Sul de Ilhéus. Existem ônibus para o local durante todo o dia saindo do terminal urbano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:rgb(0,0,0);"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:rgb(0,0,255);"><br />
Para maiores informações ligue: </span>73 9965-4749 – 73 9195-4113 ou 73 9112-2873. </span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/riodoengenho.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/riodoengenho.wordpress.com/17/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=riodoengenho.wordpress.com&amp;blog=4381877&amp;post=17&amp;subd=riodoengenho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>História do Rio do Engenho</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 20:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>riodoengenho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[História do Rio do Engenho A ocupação do Rio do Engenho é anterior à colonização do Brasil, quando os índios das tribos Tupiniquins e Aimorés viviam na costa do sul da Bahia. Os Tupiniquins se alimentavam da agricultura de subsistência e da coleta de frutos, enquanto os Aimorés por serem nômades, alimentavam-se de caça e da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=riodoengenho.wordpress.com&amp;blog=4381877&amp;post=3&amp;subd=riodoengenho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:Arial;">História do Rio do Engenho</span></strong></h1>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">A ocupação do Rio do Engenho é anterior à colonização do Brasil, quando os índios das tribos Tupiniquins e Aimorés viviam na costa do sul da Bahia. Os Tupiniquins se alimentavam da agricultura de subsistência e da coleta de frutos, enquanto os Aimorés por serem nômades, alimentavam-se de caça e da pesca.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Quando os portugueses chegaram no Brasil, os índios Tupiniquins já realizavam o escambo do pau-brasil (Caesalpinia echinata) com os franceses. Este foi um dos motivos que levou a coroa portuguesa a iniciar o povoamento o Brasil, com a implantação do sistema de capitanias hereditárias. Estas capitanias foram doadas a nobres da corte, os quais tinham como dever financiar o povoamento. Assim, em 1534 a capitania de São Jorge dos Ilhéus foi doada a Jorge de Figueiredo Correa. Em 1535, Francisco Romero, representante enviado por Portugal, ancorou na Ilha de Tindaré, a atual ilha do Morro de São Paulo. Semanas mais tarde, Romero e seus homens ancoraram mais do sul, onde fundaram a Vila de São Jorge dos Ilhéus.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Em 1537 foi doada uma sesmaria a Mem de Sá que fundou o Engenho de Sant’Ana, onde hoje está situado o povoado do Rio do Engenho. A introdução da lavoura canavieira nesta capitania ocorreu com a doação de sesmarias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Com o início da lavoura canavieira, os portugueses penetraram mais para o interior, alcançando a área de domínio dos índios Aimorés. Os índios começaram a atacar os invasores e acabaram afugentando os moradores da região de Ilhéus, o que contribuiu para a decadência da lavoura canavieira neste período. Anos depois, muitos Aimorés foram exterminados a mando do rei de Portugal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Em 1548, é estabelecido o Governo-Geral da colônia acabando com o sistema de capitanias hereditárias. Neste mesmo ano é construída a capela de N. Sra. Santana. Nos dias presentes, sob a proteção da Senhora Santana, o Rio do Engenho segue aparentemente tranqüilo, apesar de seus trabalhadores enfrentarem problemas semelhantes aos encarados pelos escravos séculos atrás. Mas que ninguém confunda sua tranqüilidade com conformismo, afinal, em suas veias, ainda corre o mesmo sangue dos índios e negros corajosos que ousaram desafiar o poder e fazer da sua cultura um importante fato da nossa história.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Na atualidade, dentre os projetos em andamento, podem ser citados: “AMAREA – Associação de Moradores e Agricultores do Rio do Engenho e Adjacências” com enfoque na agricultura familiar e agroecologia. E “Rio do Engenho: Uma Viagem ao Brasil Colônia” que objetiva a implantação de infra-estrutura turística com ações em parceria com UESC, CEPLAC, IESB, SEBRAE, Cargill e Prefeitura de Ilhéus (SETUR).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">O Engenho de Santana localizava-se em Ilhéus, no Sul da Bahia, e foi criado no século XVI por um governador, herdado pela filha dele e, mais tarde, pelo marido dela, o Conde de Linhares. Este engenho durante toda sua existência teve uma forte incidência de levantes escravos, tendo o maior deles ocorrido em 1789.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Por volta de 1573, Santana tinha 130 escravos, mas, por ser um tanto distante e isolada, sofreu ataques indígenas entre 1590 e 1601. Por volta de 1618, a ordem dos jesuítas havia adquirido Santana por herança.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Sob propriedade dos jesuítas, havia inúmeras reclamações dos maus hábitos dos escravos, que eram descritos como lentos, briguentos, e queriam tirar sempre vantagens, havendo muitos roubos. A baixa produção de açúcar nesse período fez com que, em 1630, o engenho passasse a trabalhar com a extração de madeira e a produção de gêneros alimentícios. Entre 1730-1745, uma série de administradores jesuítas seguiu uma política de promoção de casamentos, que produziu uma comunidade escrava caracterizada por alta proporção das unidades residenciais comandadas por casais.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">A tradição de rebeldia dos escravos e a baixa capacidade econômica do engenho fizeram com que houvesse dificuldades de conseguir um comprador depois que Santana foi confiscada dos jesuítas em 1759. Apenas na década de 1770 Santana foi comprada por Manoel da Silva Ferreira, que conseguiu recuperar o engenho economicamente. Por volta de 1790 havia 300 escravos. O tamanho do contingente escravo era excepcional para engenhos baianos e o nível de produtividade era o máximo que um engenho brasileiro conseguia produzir nesse período .</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">O Rio do Engenho ou Engenho de Santana foi fundado a partir de uma divisão em sesmarias da Capitania de “São Jorge dos Ilhéos”, doada a Jorge de Figueiredo Corrêa pelo Rei D. João III. Jorge Figueiredo, enquanto capitão-donatário, doou parte de suas terras a Mém de Sá, localizada às margens do Rio Santana, medindo 10 km de largura e 6,30 km de comprimento. Desde o seu surgimento, a intenção era a produção de açúcar no local. Monteiro, citado por Marcis (2000, p. 18) evidencia essa questão através do seguinte trecho:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Digo eu Jorge de Figueiredo Correia, por este meu assinado, que dou ao senhor Mem de Sá uma légua e mais meia de largura e uma légua de comprido na minha Capitania do Brasil, com todas as águas, que nesta terra se acharem, para ele fazer todos os engenhos de açúcar que quiser; de que me pagará de cada engenho uma arroba de assucar de cinco em cada um ano.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">De acordo com Marcis (2000), o Engenho de Santana, conhecido como um engenho Real, construído por ordem de Mem de Sá, representou o centro econômico da Capitania durante longo período. A moenda era movida por energia hidráulica, com uma capacidade produtiva de grande porte no valor de 10 mil arrobas de açúcar por ano. Em 1570, havia oito engenhos em toda a Capitania de Ilhéus, restando em 1724 apenas o Engenho de Santana. A produção de açúcar no Brasil era muito cara; pois, os equipamentos a serem utilizados eram trazidos da Europa. Esse tipo de cultivo e sua forma de produção foi responsável pela caracterização do modelo agrícola monocultor, latifundiário e escravista (negros – produção do açúcar e índios – para consertos nas construções, cultivo para a subsistência e captura de outros índios) com vistas ao mercado externo. Em 1573, foram inventariados 130 escravos no engenho. Em 1580, após a morte de Mem de Sá, o engenho foi alugado para Jorge Francisco Tomas. Depois passou a ser comandado pelo Conde de Linhares. De 1618 a 1759 passou a ser responsabilidade dos padres de Ilhéus e Lisboa. Fizeram benfeitorias no local criando beneficiadoras de algodão, arroz, cacau, construíram olarias, serraria, uma casa dominical e uma igreja.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">As construções de Igrejas geralmente são marcadas por lendas, que permanecem no imaginário das gerações atuais. A Igreja de Santana é um exemplo típico desse fenômeno. Conta a lenda que a Santa, insistentemente aparecia em uma pedra, dentro do rio Santana. Para os moradores, isso indicava que ela, a Santa, queria ficar próximo ao rio. Como os construtores da igreja haviam escolhido um local no alto do morro, as aparições continuavam. Os moradores contam que as aparições cessaram depois da construção da igreja próximo ao rio. Segundo eles, ainda é possível ver na pedra, as marcas dos pés da Santa (MARCIS, 2000, p. 42). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">O Engenho de Santana foi estrategicamente construído às margens do rio para facilitar o escoamento da produção até o Porto de Ilhéus de onde era transportado por escunas até Salvador.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Segundo o historiador Stuart Schwartz (1988), citado por Marcis (2000), o Engenho de Santana era atípico de acordo com os seguintes fatores: i) foi fundado distante do Recôncavo Baiano, área de grande concentração de escravos; ii) foi coordenado por padres jesuítas durante muito tempo; iii) a senzala não foi construída num local que possibilitasse ao administrador visualizá-la de sua residência; e iv) as portas ficavam abertas, o que facilitava as fugas. A forma utilizada para controlar a submissão dos escravos eram os castigos físicos, como em qualquer outro engenho. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Entretanto, os padres davam tratamento diferenciado para aqueles escravos que estavam envolvidos com fases importantes da produção para garantir a qualidade do açúcar e evitar perdas. Devido à localização, era difícil contratar mão-de-obra branca para exercer as funções de mestre-de-açúcar, feitores e carpinteiros; o que implicava em delegar a ocupação desses cargos aos negros do engenho. Eles não eram remunerados, mas havia diminuição da cobrança por trabalho (cinco horas por dia) uma vez que o feitor era negro também. Quando se rebelavam sempre reivindicavam melhorias de vida e mais possibilidades para comercializar os produtos cultivados por eles mesmos. Em 1759, os padres jesuítas foram expulsos da Capitania de Ilhéus e do Engenho de Santana pelo Governo Português. O engenho foi arrematado em leilão pelo Provedor da Casa da Moeda da Bahia, Manuel da Silva Ferreira. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Os escravos do Engenho de Santana, tal como os índios, deixaram registrados para a história, momentos importantes de luta e resistência. Especialmente no conflito e ocupação do Engenho de Santana, eles reivindicaram melhores condições de vida: direito de folgar, dançar e cantar; também formularam reivindicações trabalhistas, como: limitação da quantidade de canas por feixe, aumento do número de trabalhadores para o desenvolvimento de determinadas tarefas, a posse dos instrumentos de trabalho, maior tempo disponível para suas atividades pessoais, limitação da sua jornada de trabalho, etc. (MARCIS, 2000, p. 70-71).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Em 1810, o Marquês de Barbacena, Felisberto Caldeira Brant Pontes, brigadeiro dos exércitos reais em Minas Gerais, passa a ser o novo proprietário da sesmaria de Santana por permuta de terras em Minas Gerais. Em 02 de março de 1834, a posse é dada ao Brigadeiro José de Sá Bitencourt e Câmara, herdeiro do Dr. Bitencourt Accioli. O Brigadeiro e sua esposa foram enterrados dentro da capela de Santana. Em 1896 seus herdeiros tomam posse do engenho já desgastado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">No período de 1896 a 1960 houve transição da escravidão para o trabalho assalariado, e o cultivo da cana-de-açúcar foi substituído pelo cacau. Imigrantes chegavam a Ilhéus atraídos pela facilidade em obter terras para plantar roças de cacau. Como a cultura do açúcar deixou de ser valorizada na região, os costumes, os instrumentos, a infra-estrutura não foi preservada. Existem apenas ruínas que permitem a formação de indícios de onde ficava a roda d’água, um tacho de ferro onde era fabricado o melaço da cana (encontrado enterrado); ainda existe a Igreja de Santana, com a imagem da Santa, uma pia batismal feita em puro mármore trazida de Portugal. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Os usos da história, cultura e natureza local</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Em visita realizada ao rio do Engenho, pela via fluvial, no dia 26 de março de 2006, pode-se visualizar a complexidade em manter características histórico-culturais dos grupos sociais. A comunidade representou papel importante na economia do Brasil no período da colonização e, no entanto, apesar de os turistas e visitantes quererem ter contato com os costumes antigos, a passagem do tempo e a mudança de contexto levam consigo, muitas vezes, os artigos históricos concretos deixando apenas as lembranças herdadas no imaginário da população local.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">A prática do turismo de caráter histórico no local é precária. Os turistas têm contato apenas com a Igreja de Santana (Figura 1), um dos tachos de fazer o melaço da cana-de-açúcar (uma das etapas de produção do açúcar), que foi encontrado enterrado, colocado à frente da mesma; e ruínas do canal que desviava a água do rio para mover a roda d’água e gerar a energia hidráulica. As ruínas do canal encontram-se cobertas de mato, o que dificulta a percepção.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/riodoengenho.wordpress.com/3/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/riodoengenho.wordpress.com/3/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/riodoengenho.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/riodoengenho.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=riodoengenho.wordpress.com&amp;blog=4381877&amp;post=3&amp;subd=riodoengenho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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